Dora Amaral
Doralice de Almeida Amaral · nasceu em 1972
Dora Amaral se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004–2016), PDT (2020–2022), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, superior completo, agente administrativo, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputada estadual · ParáPDT 12111· centro-esquerdasuplente1.311 votos; 225º mais votada de 597 no estado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Dora Amaral teve 1.311 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 225º lugar entre 597 candidatos.
Recebeu votos em 85 cidades. Nova Ipixuna deu 46,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dora Amaral declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 200 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 611,1 mil acima da inflação.
Declarou 200 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2024.
- Dora AmaralR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 110,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dora Amaral declarou ao TSE R$ 128 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada estadual: R$ 57 mil, 85% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Nova Ipixuna (PA) · UNIÃO · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.60966,6%
- Outros candidatosR$ 1.81133,4%
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereadora, Nova Ipixuna (PA), 2024
Mediana da disputa: R$ 18,1 por voto. Quem venceu, Regis Santana, gastou R$ 5,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.094; o mais barato, R$ 5,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Regiane Alves PODER$ 11 mil · 10 votosR$ 1.094
- Branca Do Pt PTR$ 2,6 mil · 4 votosR$ 638
- Hermes PTR$ 2,3 mil · 25 votosR$ 93,7
- Eric Yure PSBR$ 12 mil · 611 votosR$ 19,3
- Eduardin PTR$ 7,7 mil · 400 votosR$ 19,2
- Emerson Da Lider MDBR$ 5,6 mil · 290 votosR$ 19,2
- Léo Da Piçarra PSBR$ 7,4 mil · 411 votosR$ 18,1
- Vera Arantes MDBR$ 2,4 mil · 147 votosR$ 16,3
- Batista Do Lago Azul PTR$ 2,6 mil · 176 votosR$ 14,9
- Joãozinho Barros MDBR$ 5,1 mil · 529 votosR$ 9,64
- Nenem Da Chaguinha MDBR$ 6,2 mil · 808 votosR$ 7,71
- Regis Santana PPR$ 4,6 mil · 793 votosR$ 5,79
Votos por real
- 2022, deputada estadual: 23 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 30 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 14 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 3,4 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.