Mario Coelho
nasceu em 1960
Mario Coelho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, policial militar, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Eldorado (MS)PSDB 12· centro-direitaNa chapa de Martachapa eleita4.125 votos da chapa, 55,7%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mario Coelho declarou R$ 302,4 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 154,1 mil acima da inflação.
Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Mario CoelhoR$ 302,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Saldo disponivel em especie nacionalR$ 147,8 milMoeda estrangeira em espécie
- Uma casa residencial de alvenaria com a area de 144.58M2R$ 86,1 milCasa
- Um veiculo marca modelo toyota/corola ano fabricação e…R$ 60,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Hsbc bank brasil S/A ag. 0475-6 c/c 0002967R$ 7.565Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mario Coelho declarou ao TSE R$ 97 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 86 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Eldorado (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.03580,5%
- Outros candidatosR$ 1.81416,2%
- Fundo partidárioR$ 3693,3%
- PessoasR$ 3< 0,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.72433,2%
- TransporteR$ 3.71433,1%
- PessoalR$ 1.81416,2%
- Material impressoR$ 1.42212,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4704,2%
- EscritórioR$ 780,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Eldorado (MS), 2016
Mario Coelho: R$ 57,5 por voto (mediana da disputa, R$ 46,1). Quem venceu, Nenny Anderson, gastou R$ 22,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Coelho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alessandro Borsatti PSBR$ 11 mil · 66 votosR$ 169
- Toninho Do Posto PSBR$ 11 mil · 73 votosR$ 150
- Sargento Julio PSDBR$ 11 mil · 159 votosR$ 71,4
- Fabinho Da Comida Caseira PRTBR$ 10 mil · 169 votosR$ 61,2
- Mario Coelho PSDBR$ 11 mil · 195 votosR$ 57,5
- Claudio Beraldi PATRIOTAR$ 9,3 mil · 191 votosR$ 48,9
- Professora Lucelene Santussi PATRIOTAR$ 9 mil · 196 votosR$ 46,1
- Ze Martins PRTBR$ 12 mil · 280 votosR$ 44,3
- Toninho Do Taxi CIDADANIAR$ 14 mil · 367 votosR$ 37,3
- Prof. Devanir Pitton PPLR$ 11 mil · 368 votosR$ 30,3
- Tonheca PTR$ 9,9 mil · 409 votosR$ 24,3
- Nenny Anderson PDTR$ 12 mil · 538 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.