Mário Brandão
Mário da Silva Brandão · nasceu em 1967
Mário Brandão se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 4 partidos: AVANTE (2012), MDB (2016), PHS (2018), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · AmapáPHS 3131· centro-direitasuplente2.317 votos; 43º mais votado de 97 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Mário Brandão teve 2.317 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 97 candidatos.
Recebeu votos em 12 cidades. Santana deu 85,5% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mário Brandão declarou R$ 791,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 967,1 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (68%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mário Brandão declarou ao TSE R$ 479 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 274 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santana (AP) · PL · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 56,6 mil90,9%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 5.6619,1%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de M E D Neris LtdaR$ 14,2 mil25%
- ServiçosR$ 4.8828,6%
- InternetR$ 1.4152,5%
- EscritórioR$ 20< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana (AP), 2020
Mediana da disputa: R$ 294 por voto. Quem venceu, Professora Diana Castelo, gastou R$ 103 por voto. O voto mais caro custou R$ 8.300; o mais barato, R$ 103.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rafa Do Língua Solta PLR$ 83 mil · 10 votosR$ 8.300
- Dra Mariana REPUBLICANOSR$ 81 mil · 47 votosR$ 1.714
- Silvinha Maués PLR$ 82 mil · 65 votosR$ 1.258
- Ruby Vinhas PTBR$ 81 mil · 100 votosR$ 815
- Marlene Ribeiro PC do BR$ 95 mil · 119 votosR$ 798
- Dr. Ananda PTBR$ 135 mil · 183 votosR$ 735
- Socorro Rocha PC do BR$ 95 mil · 323 votosR$ 294
- Arrá Moreno PSLR$ 85 mil · 339 votosR$ 250
- Gilmar Santiago REPUBLICANOSR$ 83 mil · 633 votosR$ 131
- Coló PSLR$ 84 mil · 697 votosR$ 121
- Dr. Fabiano PSLR$ 87 mil · 803 votosR$ 108
- Professora Diana Castelo PSLR$ 85 mil · 823 votosR$ 103
Votos por real
- 2020, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 8,6 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 46 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.