Arrá Moreno
Ozeas Moreira de Souza · nasceu em 1973
Arrá Moreno se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PV (2004), DEM (2010–2012), PHS (2014), PL (2018), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, superior completo, jornalista e redator, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, preta em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2014Deputado estadual · AmapáPHS 31031· centro-direitasuplente3.463 votos; 45º mais votado de 338 no estado
- 2012
- 2010
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Arrá Moreno teve 1.517 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 83º lugar entre 431 candidatos.
Recebeu votos em 12 cidades. Santana deu 79,0% deles.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Arrá Moreno declarou R$ 339,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 289,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (59%) dos candidatos a deputado estadual no Amapá não declarou nenhum bem em 2018.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Arrá Moreno declarou ao TSE R$ 219 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 87 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santana (AP) · PSL · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 39,6 mil46,7%
- ServiçosR$ 21,2 mil25%
- TransporteR$ 17 mil20%
- OutrosR$ 7.0768,3%
- EscritórioR$ 20< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana (AP), 2020
Arrá Moreno: R$ 250 por voto (mediana da disputa, R$ 294). Quem venceu, Professora Diana Castelo, gastou R$ 103 por voto. O voto mais caro custou R$ 8.300; o mais barato, R$ 103.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Arrá Moreno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rafa Do Língua Solta PLR$ 83 mil · 10 votosR$ 8.300
- Dra Mariana REPUBLICANOSR$ 81 mil · 47 votosR$ 1.714
- Silvinha Maués PLR$ 82 mil · 65 votosR$ 1.258
- Ruby Vinhas PTBR$ 81 mil · 100 votosR$ 815
- Marlene Ribeiro PC do BR$ 95 mil · 119 votosR$ 798
- Dr. Ananda PTBR$ 135 mil · 183 votosR$ 735
- Socorro Rocha PC do BR$ 95 mil · 323 votosR$ 294
- Arrá Moreno PSLR$ 85 mil · 339 votosR$ 250
- Gilmar Santiago REPUBLICANOSR$ 83 mil · 633 votosR$ 131
- Coló PSLR$ 84 mil · 697 votosR$ 121
- Dr. Fabiano PSLR$ 87 mil · 803 votosR$ 108
- Professora Diana Castelo PSLR$ 85 mil · 823 votosR$ 103
Votos por real
- 2020, vereador: 4 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 273 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.