Marino Rodrigues da Silva
nasceu em 1964
Marino Rodrigues da Silva se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marino Rodrigues da Silva declarou R$ 393,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 120,8 mil acima da inflação.
Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Marino Rodrigues da SilvaR$ 393,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marino Rodrigues da Silva declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Planalto (PR) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.42886,4%
- PessoasR$ 21012,7%
- Fundo partidárioR$ 150,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.21473,4%
- Material impressoR$ 23013,9%
- ServiçosR$ 21012,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,2 por voto. Quem venceu, Paulinho, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 76,2; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Airton Thiel MDBR$ 5,2 mil · 68 votosR$ 76,2
- Neuza Tuzzin MDBR$ 4,7 mil · 150 votosR$ 31,3
- Vande PDTR$ 4,7 mil · 187 votosR$ 25,1
- Evaldo Fuhr MDBR$ 12 mil · 535 votosR$ 23,3
- Mauri Krielow MDBR$ 9,2 mil · 459 votosR$ 20,1
- Mirinho PTBR$ 4,4 mil · 254 votosR$ 17,2
- Gilmarzão PTBR$ 6,5 mil · 399 votosR$ 16,2
- Pedro Mombach PDTR$ 7,9 mil · 497 votosR$ 15,8
- Denise PDTR$ 9,5 mil · 619 votosR$ 15,3
- Daiane Mello PSDBR$ 5,5 mil · 366 votosR$ 15
- Paulinho MDBR$ 6,8 mil · 456 votosR$ 14,9
- Niquinho PTBR$ 5,7 mil · 447 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2016, vereador: 152 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.