Gilmarzão
Gilmar Vargas · nasceu em 1967
Gilmarzão se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2008–2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, até o fundamental, trabalhador metalúrgico e siderúrgico, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Planalto (PR)PL 22· direitaNa chapa de Maurichapa não eleita850 votos da chapa, 10,0%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Gilmarzão declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gilmarzão declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Planalto (PR) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (PR), 2020
Gilmarzão: R$ 3,52 por voto (mediana da disputa, R$ 6,05). Quem venceu, Dorinha, gastou R$ 3,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,5; o mais barato, R$ 3,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilmarzão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jordana Sandri PSDBR$ 1,4 mil · 23 votosR$ 61,5
- Waldir Rech PTBR$ 1,1 mil · 30 votosR$ 37,7
- Marcelino Massoni PDTR$ 1,1 mil · 72 votosR$ 15,7
- Lauro Giehl PPR$ 1,1 mil · 129 votosR$ 8,78
- Dilsinho Do Povo PPR$ 1,1 mil · 168 votosR$ 6,74
- Chicão PPR$ 1,1 mil · 183 votosR$ 6,19
- Goreti PSDR$ 1,1 mil · 187 votosR$ 6,05
- Neusa Hellmann PPR$ 1,1 mil · 217 votosR$ 5,22
- Lori Rech PPR$ 1,1 mil · 224 votosR$ 5,05
- Niquinho PTBR$ 1,1 mil · 297 votosR$ 3,81
- Gilmarzão PTBR$ 1,1 mil · 322 votosR$ 3,52
- Dorinha PTBR$ 1,1 mil · 375 votosR$ 3,02
Votos por real
- 2020, vereador: 284 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.