Maria Ducarmo
Maria do Carmo Rodrigues de Sousa · nasceu em 1959
Maria Ducarmo se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleita em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PDT (2008–2016), PSD (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vereadora · Cabeceiras do Piauí (PI)PDT 12444· centro-esquerda· na urna, Maria do Carmoeleita386 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Maria Ducarmo declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 17,8 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Maria DucarmoR$ 56,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Maria Ducarmo declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereadora: R$ 53 mil, 81% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Cabeceiras do Piauí (PI) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 42,7 mil80,6%
- PessoasR$ 8.10815,3%
- Próprio bolsoR$ 2.1874,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 17 mil37,4%
- ServiçosR$ 10,4 mil22,9%
- PessoalR$ 8.75019,3%
- EventosR$ 6.78114,9%
- TransporteR$ 1.6413,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7111,6%
- EscritórioR$ 1220,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cabeceiras do Piauí (PI), 2024
Maria Ducarmo: R$ 171 por voto (mediana da disputa, R$ 91,8). Quem venceu, Eufrasio Filho, gastou R$ 9,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 9,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Maria Ducarmo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Ducarmo PPR$ 45 mil · 265 votosR$ 171
- Kiane Oliveira PPR$ 43 mil · 274 votosR$ 158
- Lia Raquel PPR$ 43 mil · 270 votosR$ 158
- Hosana Torres PPR$ 43 mil · 356 votosR$ 120
- Poeta Valeria Mesquita MDBR$ 4,2 mil · 35 votosR$ 120
- Solimar Crente UNIÃOR$ 4,3 mil · 41 votosR$ 104
- Professora Cicera MDBR$ 4,1 mil · 45 votosR$ 91,8
- Piaui MDBR$ 3,7 mil · 60 votosR$ 62,5
- Sara Vaz MDBR$ 4,4 mil · 115 votosR$ 38,3
- Prof Juliana UNIÃOR$ 5,5 mil · 205 votosR$ 26,7
- Valdir Otica MDBR$ 4,1 mil · 361 votosR$ 11,3
- Eufrasio Filho MDBR$ 3,7 mil · 400 votosR$ 9,37
Votos por real
- 2024, vereadora: 5,8 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2020, vereadora: 104 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 46 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.