Marcus Melo
Marcus Vinicius de Almeida e Melo · nasceu em 1972
Marcus Melo se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Prefeito · Mogi das Cruzes (SP)PSDB 45· centro-direitanão eleito81.555 votos, 42,8%; 2º turno, 41,6%
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcus Melo declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 305,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Marcus MeloR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Apartamento -mogi das cruzesR$ 1,4 miApartamento
- Saldo de a´plicaçãoR$ 265,9 milOutras aplicações
- Em seu poderR$ 143,6 milDinheiro em espécie
- 277 Ações de banco do braslR$ 12,8 milAções
- 132 Ações da valeR$ 11,8 milAções
- Saldo em conta correnteR$ 10,8 milConta corrente no país
- Saldo - banco do brasilR$ 92Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcus Melo declarou ao TSE R$ 4,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 2,6 milhões, 61% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Mogi das Cruzes (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas271 pessoas, não nomeadasR$ 799,4 mil30,4%
- Próprio bolsoR$ 230,7 mil8,8%
- Fundo partidárioR$ 26,6 mil1%
- OutrosR$ 1.4150,1%
Para onde foi
- InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 191,1 mil7,3%
- PesquisasTudo de Appc Analise Pesquisa Publicidade Consultoria E Marketing LtdaR$ 169,7 mil6,5%
- TransporteR$ 15,8 mil0,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mogi das Cruzes (SP), 2020
Marcus Melo: R$ 32,1 por voto (mediana da disputa, R$ 21,2). Quem venceu, Caio Cunha, gastou R$ 21,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 1,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcus Melo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Fred Costa PDTR$ 212 mil · 1.850 votosR$ 115
- Michael Della Torre AGIRR$ 127 mil · 2.058 votosR$ 61,8
- Marcus Melo PSDBR$ 2,6 milhões · 81.555 votosR$ 32,1
- Caio Cunha PODER$ 1,2 milhão · 54.591 votosR$ 21,2
- Rodrigo Valverde PTR$ 542 mil · 33.509 votosR$ 16,2
- Felipe Lintz PRTBR$ 21 mil · 16.971 votosR$ 1,26
Votos por real
- 2020, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 88 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.