Marcos Torres
Marcos Timoteo Torres e Silva · nasceu em 1973
Marcos Torres se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PT (2004), AGIR (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marcos Torres declarou R$ 148,3 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Torres declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Ipubi (PE) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioR$ 4.43948,5%
- Material impressoR$ 2.67729,3%
- EventosR$ 1.55317%
- TransporteR$ 4825,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Ipubi (PE), 2008
Marcos Torres: R$ 19,4 por voto (mediana da disputa, R$ 13,9). Quem venceu, Lenivan Laurentino, gastou R$ 5,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 222; o mais barato, R$ 5,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Torres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Bosco PTR$ 8,2 mil · 37 votosR$ 222
- Antonio Gordo PSBR$ 22 mil · 428 votosR$ 51,7
- Welton Andrade PSBR$ 13 mil · 509 votosR$ 25,2
- Antonio De Edezio PSBR$ 14 mil · 666 votosR$ 21,1
- Marcos Torres AGIRR$ 9,2 mil · 471 votosR$ 19,4
- Didi Do Conselho AGIRR$ 5,1 mil · 323 votosR$ 15,6
- Anezio Neco AGIRR$ 12 mil · 836 votosR$ 13,9
- Motinha PSBR$ 6,6 mil · 722 votosR$ 9,20
- Glauber Da Banca AGIRR$ 8,2 mil · 956 votosR$ 8,56
- Marinalva De Kk PTBR$ 6,2 mil · 741 votosR$ 8,31
- Ze Ivo PTBR$ 6,2 mil · 879 votosR$ 7,05
- Lenivan Laurentino PLR$ 5,4 mil · 1.072 votosR$ 5,00
Votos por real
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.