Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Marcos Roberto

Marcos Roberto Alves da Silva · nasceu em 1960

Marcos Roberto se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2006PL2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PT (2004), PL (2006), DEM (2008).

Dep. federalVereadorPartidoPTPLDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Araguari (MG)
    DEM 25123· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PL 2244· direita· na urna, Professor Marcos Roberto
    suplente2.219 votos; 242º mais votado de 528 no estado
  3. 2004
    Vereador · Araguari (MG)
    PT 13456· centro-esquerda· na urna, Professor Marcos Roberto
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Marcos Roberto teve 2.219 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 242º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 226 cidades. Araguari deu 47,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 72,1%.

2.219 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.219 votos.
  1. Araguari (MG)1.049 votos47,3%
  2. Uberlândia (MG)261 votos11,8%
  3. Belo Horizonte (MG)60 votos2,7%
  4. São João do Paraíso (MG)40 votos1,8%
  5. Araxá (MG)38 votos1,7%
  6. Outras 211 cidades620 votos27,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Roberto declarou R$ 414,7 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 145,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 414,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 153.800 na declaração)

Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Marcos RobertoR$ 414,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 414,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Residencia rua dom silverio N°05 bairro rosario araguariR$ 194,1 mil
    Imóveis
  2. Um terreno av goiania- uberlandiaR$ 75,5 mil
    Imóveis
  3. Quotas nasa auto peças LTDA cgc 41.684.168/0001-40R$ 53,9 mil
    Empresas e participações
  4. Um terreno com predio comercial rua adalardo cunha 792…R$ 48,5 mil
    Imóveis
  5. Um apartamento rua adalardo cunha 792 araguari MGR$ 32,4 mil
    Imóveis
  6. Uma moto cg 125 titan ks placa hap 2584 ano 2003/2003R$ 10,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Roberto declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 25 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Minas Gerais · PL · suplente

De onde veio

R$ 25,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 14,5 mil57,1%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pl-MgR$ 10,9 mil42,9%

Para onde foi

R$ 25,4 mil
O maior gasto foi com escritório: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.8577,3%
  2. ServiçosR$ 5932,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2971,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Bilac Pinto, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 87 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 111 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.