Marcos Queiroz
Marcos Perez Queiroz · nasceu em 1946
Marcos Queiroz disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Ipojuca (PE)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 58 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Marcos Queiroz declarou ao TSE R$ 858 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Ipojuca (PE) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 59,1 mil6,9%
- PessoasR$ 1.7230,2%
Para onde foi
- Outros10 pessoas, não nomeadasR$ 670 mil78,1%
- EventosR$ 26,3 mil3,1%
- EscritórioR$ 20,2 mil2,4%
- PessoalR$ 1.7230,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ipojuca (PE), 2004
Marcos Queiroz: R$ 71,3 por voto (mediana da disputa, R$ 9,49). Quem venceu, Pedro Serafim, gastou R$ 1,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,3; o mais barato, R$ 1,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Queiroz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcos Queiroz PTR$ 858 mil · 12.041 votosR$ 71,3
- Lais Lacerda PDTR$ 18 mil · 1.853 votosR$ 9,49
- Pedro Serafim MDBR$ 33 mil · 22.894 votosR$ 1,43
Votos por real
- 2004, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.