Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Marcos Pivatto

Marcos Pivatto de Andrade · nasceu em 1965

Marcos Pivatto disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Imbé (RS)), pelo PTB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Imbé (RS)
    PTB 14014· centro-direita
    suplente270 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Pivatto declarou R$ 27 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 27 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 25% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Marcos PivattoR$ 27 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 27 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marcos Pivatto declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Imbé (RS) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 3.663
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.663.
  1. Próprio bolsoR$ 3.47594,9%
  2. EmpresasR$ 1875,1%

Para onde foi

R$ 3.663
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.663.
  1. Material impressoR$ 2.36764,7%
  2. TransporteR$ 58415,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2687,3%
  4. EscritórioR$ 2546,9%
  5. OutrosR$ 1875,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Imbé (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 41,8 por voto. Quem venceu, Quadros, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 371; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.