Ricardo Heinz
nasceu em 1959
Ricardo Heinz se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 4 partidos: PDT (2004–2008), PC do B (2012), PATRIOTA (2014), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPATRIOTA 51223· direitasuplente370 votos; 507º mais votado de 670 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ricardo Heinz teve 370 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 507º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Imbé deu 42,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardo Heinz declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Ricardo HeinzR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ricardo Heinz declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Imbé (RS) · PP · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 4.04876,2%
- Próprio bolsoR$ 1.26623,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.79690,2%
- OutrosR$ 5189,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Imbé (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, Gaudério, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,4; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Nego Zanella MDBR$ 11 mil · 200 votosR$ 53,4
- Fágner Guiner PTR$ 7,1 mil · 152 votosR$ 46,6
- Mãe Renata MDBR$ 7,5 mil · 202 votosR$ 37,3
- Catarina MDBR$ 14 mil · 491 votosR$ 27,7
- Rafael Kerber PSDBR$ 11 mil · 411 votosR$ 27,6
- Paim MDBR$ 7,1 mil · 280 votosR$ 25,4
- Elton Kieser PTR$ 7,5 mil · 301 votosR$ 25
- Vilmar Nico PTR$ 8,4 mil · 499 votosR$ 16,9
- Gaudério PSDBR$ 7,5 mil · 454 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 69 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 5,9 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 9,5 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.