Apuração
Prefeito · 2008 · PSOL

Marcos Peres

Marcos Aurelio Cabrera Peres · nasceu em 1951

Marcos Peres disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Cesário Lange (SP)), pelo PSOL: não eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,87← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSOL2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PSOL 50· esquerda
    não eleito743 votos, 8,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Peres declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 839.548 na declaração)

Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.

  • Marcos PeresR$ 2,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Benfeitorias na gleba de 208.398 M2R$ 1 mi
    Bens rurais e animais
  2. Benfeitorias contruídas na gleba de 7R$ 674,1 mil
    Bens rurais e animais
  3. Gleba com 208.398 M2 com benfeitorias em cesário langeR$ 378,1 mil
    Bens rurais e animais
  4. Caminhão hr da hyundai 2007R$ 132,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Gleba com 7,2 ha em cesário lange-spR$ 51,6 mil
    Bens rurais e animais
  6. Caderneta de poupançaR$ 2.448
    Dinheiro e aplicações
  7. Conta correnteR$ 766
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marcos Peres declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Cesário Lange (SP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 29 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 15,2 mil52,5%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.88616,9%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 4.52715,6%
  4. EmpresasTudo de Castelo Parque Aquático E Lanches Ltda.-MeR$ 4.35115%

Para onde foi

R$ 29 mil
O maior gasto foi com outros: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 1.3284,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Cesário Lange (SP), 2008

Marcos Peres: R$ 39 por voto (mediana da disputa, R$ 39). Quem venceu, Ramiro, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 21.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Peres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.