Marcos Mello
Marcos José Consalter de Mello · nasceu em 1960
Marcos Mello se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PDT (2004), PL (2008), PPL (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos Mello declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 224,2 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2020.
- Marcos MelloR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 408,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 487,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 13 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Valor repassado mensalmente em spécie p/edinilse ignácio…R$ 309,4 milDinheiro em espécie
- Dinheiro existente em espécieR$ 249,2 milDinheiro em espécie
- Quotas de capital da empresa construtora consalter de…R$ 221,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Uma casa residencial construida em alvenariaR$ 215,5 milCasa
- Saldo existente em jóiasR$ 65,8 milJoias, arte e coleções
- Quotas de capital da empresa m.j.c. de mello cia. LTDAR$ 51,7 milQuotas ou quinhões de capital
- Um terreno com 3.300M²R$ 50,3 milTerreno
- Imovel rural com 71R$ 37,4 milTerreno rural
- Imovel urbano com bendeitoriasR$ 13,3 milTerreno
- Repasse mensalmente em 2012R$ 6.902Dinheiro em espécie
- Depósito a vista banco sicrediR$ 5.747Conta corrente no país
- Imovel urbano com bendeitoriasR$ 4.985Terreno
- Saldo conta banco do brasil ag. 0912R$ 302Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Mello declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 783 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Colorado (PR) · DEM · eleito
De onde veio
- Pessoas53 pessoas, não nomeadasR$ 126,2 mil75,3%
- Fundo eleitoralTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 21,9 mil13,1%
- Próprio bolsoR$ 19,6 mil11,7%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Reunidos LtdaR$ 34,9 mil27,2%
- EscritórioR$ 1560,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Colorado (PR), 2020
Marcos Mello: R$ 21,1 por voto (mediana da disputa, R$ 21,1). O voto mais caro custou R$ 25,2; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rose Chiquim PSDR$ 149 mil · 5.897 votosR$ 25,2
- Marcos Mello DEMR$ 128 mil · 6.056 votosR$ 21,1
- Nica PSLR$ 35 mil · 1.761 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2020, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.