Marcos Margarido
nasceu em 1953
Marcos Margarido se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Campinas (SP)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Silvia da Bancada Feministachapa não eleita11.102 votos da chapa, 2,2%
- 2010
- 2004Vice-prefeito · Campinas (SP)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Silvia da Bancada Feministachapa não eleita3.743 votos da chapa, 0,7%
- 2002Deputado estadual · São PauloPSTU 16416· esquerdanão eleito133 votos; 1336º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Marcos Margarido teve 133 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1336º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Campinas deu 38,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos Margarido declarou R$ 234,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 57 mil, já descontada a inflação.
Declarou 56% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- Marcos MargaridoR$ 234,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Margarido declarou ao TSE R$ 81 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 66 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Campinas (SP) · PSTU · não eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 31,9 mil48,6%
- Próprio bolsoR$ 23,8 mil36,2%
- PartidoTudo de Partido Socialista Dos Trabalhadores UnificadoR$ 9.99715,2%
Para onde foi
- Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 22,9 mil35,1%
- EscritórioTudo de Partido Socialista Dos Trabalhadores UnificadoR$ 9.08713,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Campinas (SP), 2016
Marcos Margarido: R$ 106 por voto (mediana da disputa, R$ 10,3). Quem venceu, Jonas Donizette, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 2,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Margarido. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcos Margarido PSTUR$ 65 mil · 613 votosR$ 106
- Jacó Ramos PHSR$ 63 mil · 1.965 votosR$ 31,9
- Jonas Donizette PSBR$ 5,4 milhões · 323.308 votosR$ 16,8
- Artur Orsi PSDR$ 1,1 milhão · 76.250 votosR$ 13,8
- Marcio Pochmann PTR$ 768 mil · 74.334 votosR$ 10,3
- Edson Dorta PCOR$ 2,2 mil · 279 votosR$ 7,82
- Marcela Moreira PSOLR$ 104 mil · 15.187 votosR$ 6,83
- Surya Guimaraens REDER$ 5,1 mil · 2.225 votosR$ 2,30
Votos por real
- 2016, prefeito: 9,4 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 58 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.