Marcos Loyola
Marcos Antonio Loyola · nasceu em 1956
Marcos Loyola se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PL (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, superior completo, contador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcos Loyola declarou R$ 512,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 184,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- Marcos LoyolaR$ 512,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Um lote na quadra 38 com área de 390METROS quadradosR$ 318,2 milBenfeitorias
- Apto no quarto andar com área de 94R$ 102,7 milApartamento
- ServopaR$ 49 milConsórcio não contemplado
- Sala comercial com 188R$ 31,4 milSala ou conjunto
- Empresa marcos antonio loyolaR$ 11 milQuotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Loyola declarou ao TSE R$ 165 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 102 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Clevelândia (PR) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.71541,9%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.83030,1%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 4.47727,9%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 6.49840,6%
- ServiçosR$ 5423,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3252%
- EscritórioR$ 430,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Clevelândia (PR), 2012
Marcos Loyola: R$ 30,8 por voto (mediana da disputa, R$ 40,9). Quem venceu, Ramao Marques, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Loyola. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bete PDTR$ 9,7 mil · 49 votosR$ 197
- Ana Fazolo MDBR$ 17 mil · 138 votosR$ 125
- Elizeu PSBR$ 8,5 mil · 99 votosR$ 85,4
- Duda CIDADANIAR$ 9,5 mil · 146 votosR$ 65,3
- Robertinho CIDADANIAR$ 8,4 mil · 161 votosR$ 52,4
- Baxinho Do Rincão PLR$ 21 mil · 428 votosR$ 48
- Suzi MDBR$ 19 mil · 460 votosR$ 40,9
- Tino PTR$ 14 mil · 341 votosR$ 40,1
- Arlei Cordeiro PTR$ 11 mil · 270 votosR$ 40,1
- Climerio PDTR$ 11 mil · 343 votosR$ 31,3
- Marcos Loyola PLR$ 16 mil · 520 votosR$ 30,8
- Ramao Marques CIDADANIAR$ 9,3 mil · 581 votosR$ 16
Votos por real
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 5,4 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.