Apuração
Vereador · 2012 · AGIR

Marcos Lima-Marquinhos do Táxi

Marcos Antônio de Lima · nasceu em 1954

Marcos Lima-Marquinhos do Táxi se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MOBILIZA2010DC2012AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2008), DC (2010), AGIR (2012).

Dep. estadualVereadorPartidoMOBILIZADCAGIR200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, até o fundamental, taxista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    AGIR 36145· direita
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    DC 27800· direita· na urna, Marcos Lima-Marquinhos do Taxi
    suplente954 votos; 504º mais votado de 942 no estado
  3. 2008
    MOBILIZA 33145· centro-direita· na urna, Marquinho do Taxi
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Marcos Lima-Marquinhos do Táxi teve 954 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 504º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Pará de Minas deu 73,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.

954 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 954 votos.
  1. Pará de Minas (MG)702 votos73,6%
  2. Itaúna (MG)42 votos4,4%
  3. Carmo do Cajuru (MG)38 votos4%
  4. Belo Horizonte (MG)24 votos2,5%
  5. Florestal (MG)16 votos1,7%
  6. Outras 15 cidades33 votos3,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Marcos Lima-Marquinhos do Táxi declarou R$ 135,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2010, o total caiu R$ 35,7 mil, já descontada a inflação.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 135,5 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 54.809 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.

  • Marcos Lima-Marquinhos do TáxiR$ 135,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 135,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. dinheiro em mãosR$ 61,8 mil
    Dinheiro em espécie
  2. VW Gol , placa CYS-4036. Financ. em 06/2007, 48 x 559,62…R$ 42,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Firma Indiv. Marcos A. de LImaR$ 24,7 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. WV Gol placa HCO-5356R$ 6.085
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Lima-Marquinhos do Táxi declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Pará de Minas (MG) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 301
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 301
O maior gasto foi com material impresso: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 301.
  1. Material impressoR$ 22574,8%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 7625,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Pará de Minas (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 25,5 por voto. Quem venceu, Marcílio, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 110; o mais barato, R$ 11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Hélcio Teixeira PSCR$ 14 mil · 125 votosR$ 110
  • Elsinho CIDADANIAR$ 14 mil · 210 votosR$ 68
  • Dr Enio PVR$ 34 mil · 740 votosR$ 46,3
  • Roni Da Falcon MOBILIZAR$ 15 mil · 320 votosR$ 46,2
  • Cabo Alves Do Proerd MDBR$ 13 mil · 304 votosR$ 43,5
  • Antônio Villaça AGIRR$ 14 mil · 383 votosR$ 37,4
  • José Júlio De Melo PSBR$ 13 mil · 517 votosR$ 25,5
  • Geraldo Doidão MOBILIZAR$ 16 mil · 746 votosR$ 21,5
  • Ricardo Rocha AVANTER$ 14 mil · 811 votosR$ 16,7
  • Vilson Do Padre Libério PSDBR$ 16 mil · 1.262 votosR$ 12,5
  • Leandro Alves PVR$ 16 mil · 1.391 votosR$ 11,7
  • Marcílio MDBR$ 21 mil · 1.920 votosR$ 11

Votos por real

  • 2012, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 46 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.