Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PRD

Vilson do Padre Libério

Vilson Antônio dos Santos · nasceu em 1972

Vilson do Padre Libério se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRD+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PSDB2012PSDB2014PTB2022MOBILIZA2024PRD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 4 partidos: PTB (2004), PSDB (2008–2012), PTB (2014), MOBILIZA (2022), PRD (2024).

Dep. federalDep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPTBPSDBPTBMOBILIZAPRD’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Pará de Minas (MG)
    PRD 25· direita
    Na chapa de José Cornélio
    chapa não eleita2.182 votos da chapa, 4,8%
  2. 2022
    Deputado estadual · Minas Gerais
    MOBILIZA 33037· centro-direita· na urna, Vilson do Padre Liberio
    suplente2.742 votos; 399º mais votado de 1.353 no estado
  3. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PTB 1400· centro-direita· na urna, Vilson Antônio
    suplente9.562 votos; 121º mais votado de 620 no estado
  4. 2012
    PSDB 45678· centro-direita
    não eleito1.262 votos
  5. 2008
    PSDB 45678· centro-direita
    eleito781 votos
  6. 2004
    PTB 14123· centro-direita
    suplente597 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Vilson do Padre Libério teve 2.742 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 399º lugar entre 1.353 candidatos.

Recebeu votos em 82 cidades. Pará de Minas deu 71,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,4%.

2.742 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.742 votos.
  1. Pará de Minas (MG)1.948 votos71%
  2. Onça de Pitangui (MG)81 votos3%
  3. São José da Varginha (MG)60 votos2,2%
  4. Igaratinga (MG)54 votos2%
  5. Uberaba (MG)47 votos1,7%
  6. Outras 67 cidades291 votos10,6%
As outras 1 eleições para deputado
9.562 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 9.562 votos.
  1. Pará de Minas (MG)7.039 votos73,6%
  2. Belo Horizonte (MG)342 votos3,6%
  3. São José da Varginha (MG)123 votos1,3%
  4. Sacramento (MG)114 votos1,2%
  5. Onça de Pitangui (MG)113 votos1,2%
  6. Outras 250 cidades1.223 votos12,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Vilson do Padre Libério declarou R$ 165,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 125,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 165,7 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 150.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 165,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Vilson do Padre Libério declarou ao TSE R$ 296 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 225 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Minas Gerais · MOBILIZA · suplente

De onde veio

R$ 43,5 mil
69% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 43,5 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Mobilizacao Nacional - Brasil - Br - NacionalR$ 30 mil69,1%
  2. Próprio bolsoR$ 11 mil25,4%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.4025,5%

Para onde foi

R$ 41,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 19,2 mil46,8%
  2. TransporteR$ 1.6314%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2022

Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Cassio Soares, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 541; o mais barato, R$ 9,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 67 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 43 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.