Marcos Jammal
Marcos Adad Jammal · nasceu em 1985
Marcos Jammal se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: MDB (2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 39 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcos Jammal declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 54 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 707,7 mil acima da inflação.
Declarou 54 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Marcos JammalR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 50% De um imovel residencialR$ 581,9 milCasa
- TerrenoR$ 230,6 milTerreno
- 50% De um apartamentoR$ 220,9 milApartamento
- Um imovel residenciaR$ 191,2 milCasa
- EspecieR$ 116 milDinheiro em espécie
- CarroR$ 98,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo c/cR$ 10,4 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Jammal declarou ao TSE R$ 164 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 90 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Uberaba (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 42,5 mil47,3%
- Próprio bolsoR$ 21,9 mil24,4%
- VaquinhaTudo de Queroapoiar.Com.Br LtdaR$ 14,5 mil16,2%
- Outros candidatosR$ 10,9 mil12,2%
Para onde foi
- Pessoal37 pessoas, não nomeadasR$ 46,7 mil54,8%
- TransporteTudo de W-1 Comercio De Combustiveis E Lubrificantes LtdaR$ 8.3259,8%
- ServiçosR$ 6.5627,7%
- InternetR$ 4.3755,1%
- EscritórioR$ 8631%
Quanto custou cada voto: vereador, Uberaba (MG), 2024
Marcos Jammal: R$ 38,3 por voto (mediana da disputa, R$ 38,3). Quem venceu, Mariscal, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 341; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Jammal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cynthia Horiuchi PPR$ 60 mil · 175 votosR$ 341
- Maurício Magalhães PVR$ 88 mil · 724 votosR$ 122
- Thiago Silva PPR$ 93 mil · 1.358 votosR$ 68,8
- Professora Sidnéia Zafalon PPR$ 79 mil · 1.256 votosR$ 63,1
- China PC do BR$ 86 mil · 1.788 votosR$ 47,9
- Ismar Marão PSDR$ 164 mil · 3.448 votosR$ 47,6
- Marcos Jammal PSDBR$ 85 mil · 2.226 votosR$ 38,3
- Ellen Miziara PLR$ 119 mil · 3.238 votosR$ 36,9
- Cabo Diego DCR$ 66 mil · 2.268 votosR$ 29,3
- Rochelle PDTR$ 83 mil · 3.178 votosR$ 26,1
- Caio Godoi PPR$ 67 mil · 2.971 votosR$ 22,6
- Mariscal PSDBR$ 75 mil · 5.447 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2024, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.