Apuração
Vereador · 2008 · PL

Marcos Dedei

Marcos Bono Machado · nasceu em 1964

Marcos Dedei disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Avanhandava (SP)), pelo PL: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Avanhandava (SP)
    PL 22345· direita
    eleito255 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Dedei declarou R$ 40,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 40,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 15.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Marcos DedeiR$ 40,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 40,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marcos Dedei declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Avanhandava (SP) · PL · eleito

De onde veio

R$ 3.055
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.055.
  1. Próprio bolsoR$ 2.53382,9%
  2. Outros candidatosTudo de Gino Corbucci FilhoR$ 52217,1%

Para onde foi

R$ 3.055
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.055. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 10178635000137R$ 52217,1%
  2. TransporteTudo de Auto Posto Avanhandava LtdaR$ 32110,5%
  3. ServiçosR$ 802,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Avanhandava (SP), 2008

Marcos Dedei: R$ 12 por voto (mediana da disputa, R$ 14,7). Quem venceu, Marcelo Da Prefeitura, gastou R$ 8,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,8; o mais barato, R$ 8,48.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Dedei. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Iara Professora DEMR$ 3,4 mil · 95 votosR$ 35,8
  • Marcia Dentista PLR$ 5,3 mil · 183 votosR$ 28,9
  • Meire Frezarin Da Saude DEMR$ 2,9 mil · 102 votosR$ 28,2
  • Tenente Gaspar DEMR$ 1,7 mil · 76 votosR$ 22,3
  • Dr Rossano PTBR$ 2,2 mil · 120 votosR$ 18,5
  • Dedé PLR$ 2,8 mil · 159 votosR$ 17,8
  • Flavio Da Oficina PSDBR$ 1,7 mil · 118 votosR$ 14,7
  • Ler Arruda PVR$ 2,6 mil · 176 votosR$ 14,6
  • Lula Tirintan PSDBR$ 1,4 mil · 115 votosR$ 12,6
  • Marcos Dedei PLR$ 3,1 mil · 255 votosR$ 12
  • Hirata PTBR$ 1,7 mil · 176 votosR$ 9,74
  • Marcelo Da Prefeitura PLR$ 2,7 mil · 314 votosR$ 8,48

Votos por real

  • 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.