Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Marcos de Manoel de Louro

Marcos Antonio Oliveira de Azevedo · nasceu em 1980

Marcos de Manoel de Louro disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Angical (BA)), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,72← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Angical (BA)
    DEM 25456· direita
    suplente201 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcos de Manoel de Louro declarou R$ 188,5 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 188,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 116.000 na declaração)

Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • Marcos de Manoel de LouroR$ 188,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 188,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Marcos de Manoel de Louro declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Angical (BA) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 13 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. PessoasR$ 9.55373,3%
  2. Próprio bolsoR$ 3.15624,2%
  3. Outros candidatosR$ 3242,5%

Para onde foi

R$ 13 mil
O maior gasto foi com transporte: 78% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. TransporteR$ 10,2 mil78,3%
  2. Material impressoR$ 1.94314,9%
  3. ServiçosR$ 6485%
  4. EscritórioR$ 2411,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Angical (BA), 2016

Marcos De Manoel De Louro: R$ 64,8 por voto (mediana da disputa, R$ 39,4). Quem venceu, Dejacir, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 188; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos De Manoel De Louro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gilberto REPUBLICANOSR$ 7,7 mil · 41 votosR$ 188
  • William PVR$ 14 mil · 133 votosR$ 104
  • Jurandi REPUBLICANOSR$ 8,3 mil · 111 votosR$ 74,5
  • Marcos De Manoel De Louro DEMR$ 13 mil · 201 votosR$ 64,8
  • Miguel DEMR$ 11 mil · 245 votosR$ 43,1
  • Raian Oliveira REPUBLICANOSR$ 6,7 mil · 159 votosR$ 42,4
  • Reinam REPUBLICANOSR$ 7,6 mil · 193 votosR$ 39,4
  • Tiago Passos PHSR$ 6,5 mil · 165 votosR$ 39,3
  • Noelzão CIDADANIAR$ 15 mil · 559 votosR$ 27,2
  • Nizaldo DEMR$ 13 mil · 733 votosR$ 17,3
  • Edimar PSCR$ 8,1 mil · 519 votosR$ 15,6
  • Dejacir PSCR$ 7 mil · 503 votosR$ 13,8

Votos por real

  • 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.