Marcos Colis
Marcos Antonio Colis · nasceu em 1972
Marcos Colis disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Indianópolis (PR)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos Colis declarou R$ 178,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Marcos ColisR$ 178,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Marcos Colis declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Indianópolis (PR) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13 mil90,4%
- PessoasR$ 8616%
- Outros candidatosR$ 5103,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 9.51366,4%
- TransporteR$ 3.06821,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 9726,8%
- Material impressoR$ 5573,9%
- OutrosR$ 1621,1%
- EscritórioR$ 520,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Indianópolis (PR), 2016
Marcos Colis: R$ 181 por voto (mediana da disputa, R$ 76,4). Quem venceu, Miranda Do Bar, gastou R$ 22,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.605; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Colis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cléo PTBR$ 1,6 mil · 1 votosR$ 1.605
- Afonso Inácio MDBR$ 1,6 mil · 2 votosR$ 802
- Miolinho PDTR$ 1,6 mil · 4 votosR$ 401
- Marcos Colis MDBR$ 14 mil · 79 votosR$ 181
- Pedro Da Loja PSBR$ 3,8 mil · 31 votosR$ 123
- Edisio Da Latinha PDTR$ 1,6 mil · 21 votosR$ 76,4
- Max Da Academia PTBR$ 8,9 mil · 121 votosR$ 73,7
- Zuleide Bronzi PSDBR$ 4,3 mil · 99 votosR$ 43,6
- João Grilo MDBR$ 1,6 mil · 65 votosR$ 24,7
- Miranda Do Bar PLR$ 3 mil · 135 votosR$ 22,2
- Andressa Filha Do Miguel PLR$ 1,6 mil · 90 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2016, vereador: 5,5 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.