Marcos Casquinha
Marcos Fioravante · nasceu em 1951
Marcos Casquinha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2012), PSB (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 73 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcos Casquinha declarou R$ 872,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 265,7 mil acima da inflação.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2024.
- Marcos CasquinhaR$ 872,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 466,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 623,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 15 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Terreno contendo uma casa em alvenariaR$ 372,1 milCasa
- 02 Imoveis lojaR$ 255,9 milLoja
- Veiculo marca toyataR$ 66,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 ApartamentoR$ 44,2 milApartamento
- TerrenoR$ 33,1 milTerreno
- Lote de terrenoR$ 24,3 milLoja
- Conta corrente junto ao banco do brasilR$ 23,5 milConta corrente no país
- Lote de terrenoR$ 23,1 milTerreno
- Consorcio de um motor yamahaR$ 15,7 milConsórcio não contemplado
- Capital social em minha firma individualR$ 11,5 milOutros bens e direitos
- Barco de aluminioR$ 2.254Embarcação
- Aplicacao em rfR$ 41Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Caderneta de poupancaR$ 40Caderneta de poupança
- Conta correnteR$ 11Conta corrente no país
- Capital social em minha firma individualR$ 1Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcos Casquinha declarou ao TSE R$ 726 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 362 mil, 13% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Pontal do Paraná (PR) · PSB · não eleito
De onde veio
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 286,8 mil79,2%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 48,1 mil13,3%
- Próprio bolsoR$ 27,3 mil7,5%
Para onde foi
- Pessoal102 pessoas, não nomeadasR$ 124,8 mil34,4%
- InternetR$ 14,2 mil3,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 14,2 mil3,9%
- EventosR$ 3.6571%
- EscritórioR$ 164< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pontal do Paraná (PR), 2024
Marcos Casquinha: R$ 135 por voto (mediana da disputa, R$ 28,9). Quem venceu, Rudão Gimenes, gastou R$ 28,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 28,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Casquinha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcos Casquinha PSBR$ 362 mil · 2.686 votosR$ 135
- Marcos Rocha Da Fruteira SOLIDARIEDADER$ 48 mil · 466 votosR$ 103
- Rudão Gimenes MDBR$ 262 mil · 9.081 votosR$ 28,9
- Edgar Rossi NOVOR$ 135 mil · 4.704 votosR$ 28,7
Votos por real
- 2024, prefeito: 7,4 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.