Apuração
Senador · 2006 · DEM

Marcos Cardoso

Marcos Cardoso Cezar da Silva · nasceu em 1961

Marcos Cardoso disputou uma eleição, em 2006, para senador (Distrito Federal), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

SenadorPartidoDEM2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2006, não eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 44 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Senador · Distrito Federal
    DEM 255· direita
    não eleito16.978 votos, 1,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Marcos Cardoso declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Distrito Federal.

R$ 1 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 345.535 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a senador no Distrito Federal em 2006.

  • Marcos CardosoR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 669,1 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Marcos Cardoso declarou ao TSE R$ 0 em receitas, em reais de hoje.

2006 · Senador · Distrito Federal · DEM · não eleito

De onde veio

Nada declarado em 2006.

Para onde foi

R$ 12
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: senador, Distrito Federal, 2006

Marcos Cardoso: R$ 0,00 por voto (mediana da disputa, R$ 2,89). Quem venceu, Roriz, gastou R$ 5,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,7; o mais barato, R$ 0,00.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Cardoso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Prof. Frank PCBR$ 49 mil · 1.835 votosR$ 26,7
  • Ezequiel PDTR$ 184 mil · 30.851 votosR$ 5,96
  • Roriz MDBR$ 3,4 milhões · 657.217 votosR$ 5,23
  • Franscisco Targino PSTUR$ 3 mil · 740 votosR$ 4,01
  • Newton Lins PSLR$ 11 mil · 3.777 votosR$ 2,89
  • Agnelo PC do BR$ 1,5 milhão · 544.313 votosR$ 2,67
  • Rodrigo Dantas PSOLR$ 9,9 mil · 10.974 votosR$ 0,90
  • Marcos Cardoso DEMR$ 12 · 16.978 votosR$ 0,00

Votos por real

  • 2006, senador: 16.978 votos por R$ 1.000, 57 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.