Apuração
Prefeito · 2004 · PL

Marcos Cardoso

Marcos de Moura Cardoso · nasceu em 1959

Marcos Cardoso se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PST2004PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PST (2002), PL (2004).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPSTPL20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 44 anos, superior incompleto, corretor de imoveis, seguros, titulos e valores. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Porangatu (GO)
    PL 22· direita
    não eleito682 votos, 3,1%
  2. 2002
    Deputado estadual · Goiás
    PST 18110· centro-direita
    suplente8.356 votos; 103º mais votado de 485 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Marcos Cardoso teve 8.356 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 103º lugar entre 485 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Porangatu deu 63,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.

8.356 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.356 votos.
  1. Porangatu (GO)5.304 votos63,5%
  2. Formoso (GO)396 votos4,7%
  3. Goiânia (GO)377 votos4,5%
  4. Trombas (GO)182 votos2,2%
  5. Mara Rosa (GO)179 votos2,1%
  6. Outras 72 cidades702 votos8,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Cardoso declarou ao TSE R$ 647 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 468 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Porangatu (GO) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 179,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 179,1 mil.
  1. EmpresasTudo de Quattro Producoes LtdaR$ 80,8 mil45,1%
  2. Próprio bolsoR$ 49,4 mil27,6%
  3. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 48,9 mil27,3%

Para onde foi

R$ 179,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 179,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal34 pessoas, não nomeadasR$ 18 mil10,1%
  2. TransporteTudo de H S Derivados De Petroleo LtdaR$ 11,5 mil6,4%
  3. Eventos3 pessoas, não nomeadasR$ 10,9 mil6,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Porangatu (GO), 2004

Marcos Cardoso: R$ 263 por voto (mediana da disputa, R$ 74,9). Quem venceu, José Osvaldo, gastou R$ 74,9 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Cardoso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 3,8 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.