Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Marcos Bicalho

Marcos Bicalho Santos · nasceu em 1945

Marcos Bicalho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 63 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15· centro
    não eleito1.828 votos, 48,5%
  2. 2004
    MDB 15· centro· na urna, Marcos
    eleito1.919 votos, 52,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Bicalho declarou R$ 859,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 859,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 318.750 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Marcos BicalhoR$ 859,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 859,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 01 Casa na rua nicolina pachecoR$ 377,5 mil
    Imóveis
  2. Saldo aplicação em conta corrente banco do brasilR$ 269,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. 01 Corola, ano 2005R$ 129,4 mil
    Outros
  4. 01 Casa na rua cariocaR$ 80,2 mil
    Imóveis
  5. 1000 Quotas de capital da fama aviamentos LTDAR$ 2.696
    Empresas e participações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Bicalho declarou ao TSE R$ 251 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 150 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Bom Jesus do Amparo (MG) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 101,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 37 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 101,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 91 mil89,7%
  2. Pessoas37 pessoas, não nomeadasR$ 7.2027,1%
  3. EmpresasR$ 3.2133,2%

Para onde foi

R$ 101,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 31% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 101,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosR$ 1.1571,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Bom Jesus do Amparo (MG), 2008

Marcos Bicalho: R$ 55,5 por voto (mediana da disputa, R$ 55,5). Quem venceu, Wanderlei De Jerônimo, gastou R$ 69,4 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Bicalho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 13 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.