Marconi Barretto
Marconi Antonio Praxedes Barretto · nasceu em 1952
Marconi Barretto disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Ceará-Mirim (RN)), pelo PSDB: eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Marconi Barretto declarou ao TSE R$ 339 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Ceará-Mirim (RN) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços53 pessoas, não nomeadasR$ 117,5 mil34,6%
- EscritórioR$ 11 mil3,2%
- OutrosR$ 4.4141,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ceará-Mirim (RN), 2016
Marconi Barretto: R$ 14,8 por voto (mediana da disputa, R$ 15,6). O voto mais caro custou R$ 336; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renato Martins PLR$ 231 mil · 687 votosR$ 336
- Julio Cesar PSDR$ 415 mil · 17.044 votosR$ 24,3
- Carlinhos Sobral PSOLR$ 5,1 mil · 324 votosR$ 15,6
- Marconi Barretto PSDBR$ 339 mil · 22.860 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2016, prefeito: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.