Marcones
Marcones Mendes de Abreu · nasceu em 1973
Marcones se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcones declarou R$ 100,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 94,1 mil acima da inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- MarconesR$ 100,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel rural em são domingosR$ 79 milTerreno rural
- Saldo em conta corrente junto ao banco credicafR$ 8.762Conta corrente no país
- Dinheiro em especieR$ 5.746Dinheiro em espécie
- Capital social junto a credicafR$ 2.896Quotas ou quinhões de capital
- MotocicletaR$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo de capital social junto a cooperativo dos…R$ 1.230Outras participações societárias
- Aplicação financeira junto credicafR$ 359Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcones declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lajinha (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.30372,1%
- Próprio bolsoR$ 1.62922,1%
- Fundo eleitoralR$ 4255,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.83051,3%
- Material impressoR$ 1.45826,4%
- TransporteR$ 1.20921,9%
- EscritórioR$ 200,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Lajinha (MG), 2020
Marcones: R$ 46,7 por voto (mediana da disputa, R$ 15,9). Quem venceu, Beto Lamparina, gastou R$ 6,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,7; o mais barato, R$ 6,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcones. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcones PTR$ 5,5 mil · 118 votosR$ 46,7
- Ronaldo Mustarda MDBR$ 18 mil · 453 votosR$ 39,4
- Neida MDBR$ 8,2 mil · 231 votosR$ 35,3
- Saulinho Do Hospital PSDBR$ 16 mil · 620 votosR$ 25,5
- Neiron MDBR$ 9 mil · 516 votosR$ 17,5
- Júlio Bolinha MDBR$ 15 mil · 902 votosR$ 16,1
- Renatinho PSDBR$ 12 mil · 726 votosR$ 15,9
- Júlio Correia MDBR$ 11 mil · 704 votosR$ 15,2
- Camilo Miguel PSDBR$ 8 mil · 542 votosR$ 14,8
- Fande MDBR$ 5,8 mil · 602 votosR$ 9,57
- Fonsequinha MDBR$ 5,6 mil · 642 votosR$ 8,71
- Beto Lamparina MDBR$ 6,8 mil · 1.009 votosR$ 6,69
Votos por real
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.