Marco Torres
Marco Antônio Magalhães Torres · nasceu em 1970
Marco Torres se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: DC (2012–2016), PSC (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Canhotinho (PE)PODE 10· direitaNa chapa de Sandra Paeschapa eleita10.548 votos da chapa, 82,6%
- 2020Vice-prefeito · Canhotinho (PE)PSC 25· direitaNa chapa de Sandra Paeschapa eleita8.066 votos da chapa, 65,7%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marco Torres declarou R$ 199,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 121,6 mil acima da inflação.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Chevrolet onix plusR$ 101,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 44,2 milDinheiro em espécie
- Dois terrenos em loteamento no município de canhotinhoR$ 21 milTerreno
- Chevrolet D-20R$ 14,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Propriedade rural na zona rural de canhotinhoR$ 11 milTerreno rural
- Saldo em conta salárioR$ 6.703Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marco Torres declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Canhotinho (PE) · DC · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.44988,3%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4056,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Felipe Porto De Barros Wanderley Lima PrefeitoR$ 3165,1%
Para onde foi
- TransporteTudo de Leandro Combustiveis Ltda - EppR$ 81113,2%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 4056,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Canhotinho (PE), 2016
Marco Torres: R$ 5,69 por voto (mediana da disputa, R$ 5,43). Quem venceu, Burrega, gastou R$ 2,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 22,7; o mais barato, R$ 2,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marco Torres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Érico Vilaça DEMR$ 11 mil · 476 votosR$ 22,7
- Nego Barbosa PSBR$ 4,5 mil · 247 votosR$ 18
- Claudio Da Compesa PPR$ 5,6 mil · 564 votosR$ 9,97
- Zé Maria Do Tempero DCR$ 4,8 mil · 513 votosR$ 9,37
- Célio Amorim PSBR$ 6 mil · 667 votosR$ 9,01
- Marco Torres DCR$ 6,1 mil · 1.079 votosR$ 5,69
- Sarah Leandro PSDBR$ 2,8 mil · 520 votosR$ 5,43
- Tarcisio Pereira Leite PPR$ 4 mil · 775 votosR$ 5,12
- Tiago Da Saúde PSDR$ 2,1 mil · 706 votosR$ 2,97
- Adelson Da Saúde PSDBR$ 2,3 mil · 796 votosR$ 2,86
- Aiá De Couto PSDR$ 2 mil · 799 votosR$ 2,45
- Burrega PSDR$ 1,8 mil · 915 votosR$ 2,01
Votos por real
- 2016, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 726 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.