Marco Regis
Marco Regis de Almeida Lima · nasceu em 1943
Marco Regis se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 4 partidos: PL (2002–2004), PDT (2008), PSL (2010), PDT (2016), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 81 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Muzambinho (MG)MDB 13· centro-direitaNa chapa de Lisandro Limachapa não eleita533 votos da chapa, 3,9%
- 2016
- 2010Deputado federal · Minas GeraisPSL 1739· direitasuplente8.696 votos; 125º mais votado de 524 no estado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPL 22022· direitasuplente17.533 votos; 160º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marco Regis teve 8.696 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 125º lugar entre 524 candidatos.
Recebeu votos em 110 cidades. Muzambinho deu 54,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marco Regis declarou R$ 87,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 850,9 mil, já descontada a inflação.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 1/2 casa em MuzambinhoR$ 49,6 milCasa
- Peugeot 207 PassionR$ 19,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/2 terreno em Juréia distrito de Monte BeloR$ 13,2 milTerreno
- Cheque Especial BBR$ 4.294Crédito decorrente de empréstimo
- Cheque Especial CEFR$ 422Crédito decorrente de empréstimo
- Conta Corrente ItaúR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marco Regis declarou ao TSE R$ 409 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 124 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Muzambinho (MG) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 60,5 mil53,3%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 53 mil46,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 5.5054,9%
- RepassesR$ 2.4292,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.1861,9%
- EscritórioR$ 1.2951,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Muzambinho (MG), 2016
Marco Regis: R$ 59,2 por voto (mediana da disputa, R$ 13,6). Quem venceu, Esquilo, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,2; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marco Regis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marco Regis PDTR$ 114 mil · 1.916 votosR$ 59,2
- Paulinho Magalhães PLR$ 77 mil · 5.680 votosR$ 13,6
- Esquilo PSDBR$ 69 mil · 5.949 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2016, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 164 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.