Apuração
Vice-prefeito · 2024 · MDB

Marco Regis

Marco Regis de Almeida Lima · nasceu em 1943

Marco Regis se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PL2008PDT2010PSL2016PDT2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 4 partidos: PL (2002–2004), PDT (2008), PSL (2010), PDT (2016), MDB (2024).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPLPDTPSLPDTMDB’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 81 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Muzambinho (MG)
    MDB 13· centro-direita
    Na chapa de Lisandro Lima
    chapa não eleita533 votos da chapa, 3,9%
  2. 2016
    Prefeito · Muzambinho (MG)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito1.916 votos, 14,1%
  3. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSL 1739· direita
    suplente8.696 votos; 125º mais votado de 524 no estado
  4. 2008
    Prefeito · Muzambinho (MG)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito2.806 votos, 21,4%
  5. 2004
    Prefeito · Muzambinho (MG)
    PL 22· direita
    eleito5.986 votos, 47,3%
  6. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22022· direita
    suplente17.533 votos; 160º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Marco Regis teve 8.696 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 125º lugar entre 524 candidatos.

Recebeu votos em 110 cidades. Muzambinho deu 54,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.

8.696 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 8.696 votos.
  1. Muzambinho (MG)4.775 votos54,9%
  2. Monte Belo (MG)1.340 votos15,4%
  3. Belo Horizonte (MG)487 votos5,6%
  4. Esmeraldas (MG)378 votos4,3%
  5. Guaxupé (MG)329 votos3,8%
  6. Outras 95 cidades433 votos5%
As outras 1 eleições para deputado
17.533 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 17.533 votos.
  1. Muzambinho (MG)6.065 votos34,6%
  2. Monte Belo (MG)1.646 votos9,4%
  3. Guaxupé (MG)1.229 votos7%
  4. Belo Horizonte (MG)874 votos5%
  5. Berilo (MG)845 votos4,8%
  6. Outras 219 cidades3.236 votos18,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Marco Regis declarou R$ 87,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 850,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 87,5 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 79.164 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 87,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. 1/2 casa em MuzambinhoR$ 49,6 mil
    Casa
  2. Peugeot 207 PassionR$ 19,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. 1/2 terreno em Juréia distrito de Monte BeloR$ 13,2 mil
    Terreno
  4. Cheque Especial BBR$ 4.294
    Crédito decorrente de empréstimo
  5. Cheque Especial CEFR$ 422
    Crédito decorrente de empréstimo
  6. Conta Corrente ItaúR$ 1
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marco Regis declarou ao TSE R$ 409 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 124 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Muzambinho (MG) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 113,5 mil
0% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 113,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 60,5 mil53,3%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 53 mil46,7%

Para onde foi

R$ 113,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 113,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 5.5054,9%
  2. RepassesR$ 2.4292,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.1861,9%
  4. EscritórioR$ 1.2951,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Muzambinho (MG), 2016

Marco Regis: R$ 59,2 por voto (mediana da disputa, R$ 13,6). Quem venceu, Esquilo, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,2; o mais barato, R$ 11,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marco Regis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 164 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.