Marcio Torres
Marcio Torres dos Santos · nasceu em 1979
Marcio Torres se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcio Torres declarou R$ 68,2 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 61,7 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Marcio TorresR$ 68,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcio Torres declarou ao TSE R$ 8,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campo Alegre do Fidalgo (PI) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioR$ 130,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Alegre do Fidalgo (PI), 2016
Marcio Torres: R$ 36,3 por voto (mediana da disputa, R$ 36,3). Quem venceu, Enf. Bia Da Mata, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 165; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcio Torres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Biafra PSDR$ 4,5 mil · 27 votosR$ 165
- Enfermeira Teresa Cristina PPR$ 10 mil · 169 votosR$ 60,9
- Professora Maria Eulalia CIDADANIAR$ 8,4 mil · 153 votosR$ 54,6
- Professor Silvio PSBR$ 7,4 mil · 196 votosR$ 37,7
- Alex Morais PDTR$ 4,4 mil · 117 votosR$ 37,4
- Marcio Torres PSDR$ 7 mil · 192 votosR$ 36,3
- Reinaldo Morais REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 201 votosR$ 25,6
- Professor Francys Dias PSBR$ 9,2 mil · 373 votosR$ 24,6
- Noe Santos PPR$ 7,7 mil · 327 votosR$ 23,6
- Professor Everaldo AGIRR$ 5,7 mil · 266 votosR$ 21,5
- Enf. Bia Da Mata PSDR$ 6,2 mil · 350 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.