Marcio Oliveira
Marcio Ayone Chamy de Oliveira · nasceu em 1979
Marcio Oliveira se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PSL (2008–2012), REPUBLICANOS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Coari (AM)REPUBLICANOS 90· direitaNa chapa de Magalhaeschapa não eleita10.218 votos da chapa, 26,3%
- 2012
- 2010Deputado estadual · AmazonasPSL 17222· direitasuplente1.318 votos; 137º mais votado de 352 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcio Oliveira teve 1.318 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 137º lugar entre 352 candidatos.
Recebeu votos em 23 cidades. Coari deu 72,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcio Oliveira declarou R$ 195 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 87,1 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcio Oliveira declarou ao TSE R$ 406 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 243 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Coari (AM) · PSL · eleito
De onde veio
- Pessoas30 pessoas, não nomeadasR$ 99,4 mil79,1%
- Próprio bolsoR$ 13 mil10,3%
- Outros candidatosR$ 4.4953,6%
Para onde foi
- Pessoal99 pessoas, não nomeadasR$ 84 mil66,9%
- OutrosR$ 7.7116,1%
- EscritórioR$ 2.3781,9%
- ServiçosR$ 2.1661,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Coari (AM), 2012
Marcio Oliveira: R$ 206 por voto (mediana da disputa, R$ 159). Quem venceu, Dêca, gastou R$ 92,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 255; o mais barato, R$ 92,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcio Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Keitton Pinheiro PHSR$ 149 mil · 584 votosR$ 255
- Roberio Queiroz PRPR$ 133 mil · 555 votosR$ 240
- Bat MDBR$ 146 mil · 638 votosR$ 228
- Marcio Oliveira PSLR$ 126 mil · 609 votosR$ 206
- Iran Medeiros DEMR$ 159 mil · 888 votosR$ 179
- Jerbson Alves MDBR$ 112 mil · 707 votosR$ 159
- Professor Adnamar MOBILIZAR$ 115 mil · 729 votosR$ 158
- Clodair Melo PC do BR$ 124 mil · 953 votosR$ 130
- Passarão AGIRR$ 75 mil · 593 votosR$ 127
- Prof. Natinho MOBILIZAR$ 88 mil · 775 votosR$ 114
- Dêca MOBILIZAR$ 82 mil · 894 votosR$ 92,3
Votos por real
- 2012, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 5,4 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.