Apuração
Vereador · 2012 · AGIR

Marcio Martins

Marcio José Martins · nasceu em 1963

Marcio Martins se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2012AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2004), AGIR (2012).

PrefeitoVereadorPartidoPVAGIR20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, superior completo, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    AGIR 36111· direita
    não eleito91 votos
  2. 2004
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito135 votos, 3,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Marcio Martins declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 59 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,9 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 880.000 na declaração)

Declarou 59 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Marcio MartinsR$ 1,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,9 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Marcio Martins declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Santo Antônio do Pinhal (SP) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 6.516
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.516.
  1. Próprio bolsoR$ 4.23565%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.28135%

Para onde foi

R$ 6.516
O maior gasto foi com material impresso: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.516.
  1. Material impresso2 pessoas, não nomeadasR$ 2.68141,2%
  2. TransporteTudo de Auto Posto Do Grilo Ltda.R$ 1.95530%
  3. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1.62925%
  4. EventosR$ 1732,7%
  5. ServiçosR$ 781,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santo Antônio do Pinhal (SP), 2004

Marcio Martins: R$ 48,3 por voto (mediana da disputa, R$ 36,5). Quem venceu, Augusto Pereira, gastou R$ 33,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,3; o mais barato, R$ 33,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcio Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.