Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PT

Marcio Bevilaqua

Marcio Jose Bevilaqua · nasceu em 1978

Marcio Bevilaqua se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 30 anos, ensino médio, técnico de eletricidade, eletrônica e telecomunicações. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Piacatu (SP)
    PT 15· centro-esquerda
    Na chapa de Jose Carlos Totô
    chapa não eleita1.698 votos da chapa, 48,9%
  2. 2004
    Vereador · Piacatu (SP)
    PT 13123· centro-esquerda· na urna, Marcio José Bevilaqua
    suplente128 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcio Bevilaqua declarou R$ 218,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 218,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 81.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 218,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Marcio Bevilaqua declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Piacatu (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 1.209
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.209
O maior gasto foi com material impresso: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.209.
  1. Material impressoR$ 1.17397%
  2. EscritórioR$ 363%

Quanto custou cada voto: vereador, Piacatu (SP), 2004

Marcio José Bevilaqua: R$ 9,44 por voto (mediana da disputa, R$ 13,1). Quem venceu, Beto Manhani, gastou R$ 4,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,2; o mais barato, R$ 4,65.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcio José Bevilaqua. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.