Apuração
Deputado estadual · 2014 · PT

Marcio Espindola

Marcio Adriano Cantelli Espindola · nasceu em 1970

Marcio Espindola disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Rio Grande do Sul), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 44 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PT 13077· centro-esquerda
    suplente20.734 votos; 89º mais votado de 670 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marcio Espindola teve 20.734 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 670 candidatos.

Recebeu votos em 311 cidades. Imbé deu 15,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 53,4%.

20.734 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 20.734 votos.
  1. Imbé (RS)3.146 votos15,2%
  2. Porto Alegre (RS)1.516 votos7,3%
  3. Tramandaí (RS)1.349 votos6,5%
  4. Capão da Canoa (RS)654 votos3,2%
  5. Eldorado do Sul (RS)581 votos2,8%
  6. Outras 296 cidades9.666 votos46,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Marcio Espindola declarou R$ 67,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 67,9 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.000 na declaração)

Declarou 51% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2014.

  • Marcio EspindolaR$ 67,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 132,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 869,2 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 67,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Marcio Espindola declarou ao TSE R$ 306 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PT · suplente

De onde veio

R$ 306,2 mil
0% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 306,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 60,3 mil19,7%
  2. Próprio bolsoR$ 18,8 mil6,1%

Para onde foi

R$ 341,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 341,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços9 pessoas, não nomeadasR$ 78,7 mil23,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 11,5 mil3,4%
  3. OutrosR$ 90< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 32,7 por voto. Quem venceu, Lucas Redecker, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 15,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.