Apuração
Vereador · 2016 · PT

Marcio de Souza

Marcio José Pereira de Souza · nasceu em 1959

Marcio de Souza se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2006PT2008PT2012PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PT 13690· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    PT 13690· centro-esquerda
    suplente
  3. 2008
    PT 13690· centro-esquerda
    eleito3.075 votos
  4. 2006
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PT 13690· centro-esquerda· na urna, Márcio de Souza
    suplente8.072 votos; 108º mais votado de 301 no estado
  5. 2004
    PT 13690· centro-esquerda· na urna, Márcio de Souza
    eleito4.528 votos
  6. 2002
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PT 13690· centro-esquerda· na urna, Márcio de Souza
    suplente15.604 votos; 73º mais votado de 293 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Marcio de Souza teve 8.072 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 108º lugar entre 301 candidatos.

Recebeu votos em 78 cidades. Florianópolis deu 71,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.

8.072 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 8.072 votos.
  1. Florianópolis (SC)5.768 votos71,5%
  2. São José (SC)1.006 votos12,5%
  3. Palhoça (SC)275 votos3,4%
  4. Biguaçu (SC)175 votos2,2%
  5. Itajaí (SC)149 votos1,8%
  6. Outras 63 cidades270 votos3,3%
As outras 1 eleições para deputado
15.604 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 15.604 votos.
  1. Florianópolis (SC)11.039 votos70,7%
  2. São José (SC)2.243 votos14,4%
  3. Joinville (SC)538 votos3,4%
  4. Palhoça (SC)417 votos2,7%
  5. Biguaçu (SC)300 votos1,9%
  6. Outras 102 cidades486 votos3,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcio de Souza declarou R$ 2.696 em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2.696
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.000 na declaração)

Declarou 2% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Marcio de SouzaR$ 2.696
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.696. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcio de Souza declarou ao TSE R$ 590 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 278 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Florianópolis (SC) · PT · suplente

De onde veio

R$ 128,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 28 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 128,1 mil.
  1. PessoasR$ 60,7 mil47,4%
  2. Próprio bolsoR$ 45,1 mil35,2%
  3. PartidoR$ 12,3 mil9,6%
  4. EmpresasR$ 9.9907,8%

Para onde foi

R$ 128,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 128,1 mil.
  1. Material impressoR$ 75,9 mil59,2%
  2. OutrosR$ 25,1 mil19,6%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 13,6 mil10,6%
  4. PessoalR$ 8.1236,3%
  5. EscritórioR$ 5.3294,2%
  6. RepassesR$ 1340,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Florianópolis (SC), 2012

Mediana da disputa: R$ 99,7 por voto. Quem venceu, Tiago Silva, gastou R$ 39,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 242; o mais barato, R$ 39,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 29 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.