Deglaber
Deglaber Goulart · nasceu em 1963
Deglaber se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), MDB (2008–2014), PSD (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior incompleto, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Santa CatarinaMDB 15369· centro-direita· na urna, Deglaber Goulartsuplente5.890 votos; 126º mais votado de 409 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Deglaber teve 5.890 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 126º lugar entre 409 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Florianópolis deu 66,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Deglaber declarou R$ 976,8 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 668 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- DeglaberR$ 976,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Com benfeitoriasR$ 430,9 milTerra nua
- Casa de alvenaria localizada em fpolis/scR$ 215,5 milCasa
- Localizado no estreitoR$ 215,5 milApartamento
- Localizado em praias de palmaR$ 114,9 milTerra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Deglaber declarou ao TSE R$ 692 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 241 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Florianópolis (SC) · MDB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 17,2 mil69,6%
- Próprio bolsoR$ 5.80223,5%
- PartidoR$ 1.6986,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 20,1 mil93%
- Material impressoR$ 1.3876,4%
- EscritórioR$ 1190,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Florianópolis (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 108 por voto. Quem venceu, Ed Pereira, gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.206; o mais barato, R$ 27,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Margarete DEMR$ 206 mil · 171 votosR$ 1.206
- Everton Ribeiro PSCR$ 172 mil · 889 votosR$ 194
- Israel Rocha PSBR$ 172 mil · 1.003 votosR$ 171
- Coronel Marcio DEMR$ 271 mil · 1.661 votosR$ 163
- Maria Da Graça DEMR$ 212 mil · 1.713 votosR$ 124
- Marcos DEMR$ 116 mil · 1.073 votosR$ 108
- Roseli Pereira DEMR$ 228 mil · 2.107 votosR$ 108
- Luciano Formighieri PSDBR$ 114 mil · 1.423 votosR$ 80,1
- Tânia Ramos PSOLR$ 107 mil · 1.581 votosR$ 67,6
- Carla Ayres PTR$ 112 mil · 2.094 votosR$ 53,6
- Manu Vieira NOVOR$ 117 mil · 3.522 votosR$ 33,3
- Ed Pereira PSDBR$ 96 mil · 3.477 votosR$ 27,5
Votos por real
- 2020, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 24 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.