Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PHS

Marcio Campos

Jose Marcio Campos · nasceu em 1956

Marcio Campos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2016PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PHS (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPPPHS2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Mário Campos (MG)
    PHS 45· centro-direita
    Na chapa de Douglas Campos
    chapa não eleita3.226 votos da chapa, 36,2%
  2. 2008
    Vereador · Mário Campos (MG)
    PP 11344· direita· na urna, Márcio Campos
    suplente109 votos
  3. 2004
    Vereador · Mário Campos (MG)
    PP 11344· direita· na urna, Márcio Campos
    eleito129 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcio Campos declarou R$ 222,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 314,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 222,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 136.746 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 222,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Terreno 986M2/HERANCA maeR$ 81,2 mil
    Terreno
  2. Caminhonete 2013/2014R$ 65 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. 1/10TERRERO 29.918M2/HERANCA esposaR$ 56,9 mil
    Terreno
  4. Poupança CEF 1486R$ 17,5 mil
    Caderneta de poupança
  5. Saldo em conta/ empresa inativaR$ 1.625
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marcio Campos declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Mário Campos (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 9.542
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.542.
  1. Próprio bolsoR$ 7.53479%
  2. PessoasR$ 2.00821%

Para onde foi

R$ 9.542
O maior gasto foi com outros: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.542.
  1. OutrosR$ 9.26497,1%
  2. TransporteR$ 2782,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Mário Campos (MG), 2008

Márcio Campos: R$ 87,5 por voto (mediana da disputa, R$ 79,8). Quem venceu, Efigênia, gastou R$ 41,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 286; o mais barato, R$ 41,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Márcio Campos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ferrerinha PTR$ 53 mil · 185 votosR$ 286
  • Tiãozinho PDTR$ 11 mil · 65 votosR$ 175
  • Lúcio Moreira PPR$ 12 mil · 93 votosR$ 133
  • Sargento Wilson PDTR$ 25 mil · 225 votosR$ 112
  • Geraldo Primo PSDBR$ 9,4 mil · 103 votosR$ 91,1
  • Márcio Campos PPR$ 9,5 mil · 109 votosR$ 87,5
  • Renato Do Tangará PDTR$ 13 mil · 160 votosR$ 79,8
  • Livia Chaves PDTR$ 8,2 mil · 103 votosR$ 79,3
  • Roney PSDBR$ 7,8 mil · 108 votosR$ 72,6
  • Helvécio PDTR$ 12 mil · 178 votosR$ 67
  • Marcos Paulo PSBR$ 12 mil · 224 votosR$ 53,5
  • Efigênia MDBR$ 11 mil · 257 votosR$ 41,6

Votos por real

  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.