Márcio
Roberto Marcio Moraes de Castro · nasceu em 1976
Márcio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Márcio declarou R$ 294,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 253,7 mil acima da inflação.
Declarou 7,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- MárcioR$ 294,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial situada no loteamento agua friaR$ 130 milCasa
- Veiculo ford ranger xl cd 2.2R$ 113,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 32,5 milDinheiro em espécie
- Veiculo automotor fiurinoR$ 13 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta correnteR$ 4.941Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Márcio declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Água Fria de Goiás (GO) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.02070,3%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 1.14016%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Alvenicio Jaime De Castro PrefeitoR$ 98113,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 6489,1%
- ServiçosR$ 3244,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Água Fria de Goiás (GO), 2016
Márcio: R$ 33,8 por voto (mediana da disputa, R$ 47,5). Quem venceu, Edinei, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 894; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Márcio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alberta Magna CIDADANIAR$ 12 mil · 13 votosR$ 894
- Avani Vanvan PROSR$ 5,1 mil · 9 votosR$ 572
- Lazaro O Homem Do Povo PROSR$ 4,3 mil · 9 votosR$ 482
- Maninha PROSR$ 5,2 mil · 13 votosR$ 396
- Tilim PROSR$ 4,2 mil · 48 votosR$ 88,1
- Dr Laércio PATRIOTAR$ 17 mil · 235 votosR$ 72,4
- Wendel CIDADANIAR$ 12 mil · 245 votosR$ 47,5
- Marinaldo MDBR$ 6,9 mil · 193 votosR$ 36
- Márcio PSDBR$ 7,1 mil · 211 votosR$ 33,8
- Silvio PPR$ 6,3 mil · 206 votosR$ 30,8
- Zezinho AGIRR$ 5,7 mil · 225 votosR$ 25,2
- Edinei MDBR$ 4,3 mil · 188 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.