Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Marcílio

Marcílio Rodrigues Cavalcanti · nasceu em 1959

Marcílio disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Cabrobó (PE)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Cabrobó (PE)
    MDB 15· centro-direita
    eleito10.564 votos, 56,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcílio declarou R$ 895,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco.

R$ 895,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 551.259 na declaração)

Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2016.

  • MarcílioR$ 895,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 277,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 418,4 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 895,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Dinheiro em domicílioR$ 243,7 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Apartamento localizado na av. cardoso de sáR$ 243,7 mil
    Apartamento
  3. Apartamento localizado na rua gervásio fioranteR$ 195 mil
    Apartamento
  4. Toyota corolla xl 2014/2015. placa OYL-7298R$ 121,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. BB consórcioR$ 90 mil
    Consórcio não contemplado
  6. Linha telefônica 34239804 adquirida em 1993R$ 812
    Linha telefônica
  7. Linha telefônica 38611315R$ 552
    Linha telefônica
  8. Poupança ouroR$ 55
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Marcílio declarou ao TSE R$ 114 mil em receitas, em reais de hoje, 37% de dinheiro público.

2016 · Prefeito · Cabrobó (PE) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 113,8 mil
37% veio de fundos públicos; 17 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 113,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 45,4 mil39,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Do Movimento Democratico Brasileiro Comissao Provisoria Municipal De CabroboR$ 42,2 mil37,1%
  3. Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 26,2 mil23%
  4. OutrosR$ 6< 0,1%

Para onde foi

R$ 113,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 113,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Rinaldo Pereira De Lima 47737123415R$ 16,8 mil14,8%
  2. EscritórioR$ 2.8192,5%
  3. PessoalR$ 2.7532,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Cabrobó (PE), 2016

Marcílio: R$ 10,8 por voto (mediana da disputa, R$ 0,11).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 93 votos por R$ 1.000, 2% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.