Marcia M Chiarello
Marcia Maria Pedot Chiarello · nasceu em 1981
Marcia M Chiarello se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2012), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcia M Chiarello declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 1,4 mi acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Marcia M ChiarelloR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Area de terras 10R$ 646,4 milTerra nua
- CasaR$ 430,9 milCasa
- GalpãoR$ 172,4 milGalpão
- Trator 75CVR$ 114,9 milOutros bens e direitos
- Resfriador para lacticiosR$ 34,5 milOutros bens e direitos
- Ordenhadeira canalizadaR$ 28,7 milOutros bens e direitos
- Carração basculanteR$ 21,5 milOutros bens e direitos
- Conta corrente banco do brasilR$ 7.182Conta corrente no país
- Conta corrente sicrediR$ 4.309Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcia M Chiarello declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 5,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · David Canabarro (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.41547,7%
- Próprio bolsoR$ 1.41547,7%
- Fundo eleitoralR$ 792,7%
- Fundo partidárioR$ 551,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.22643,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.20342,5%
- ServiçosR$ 28310%
- EscritórioR$ 762,7%
- OutrosR$ 421,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, David Canabarro (RS), 2020
Marcia M Chiarello: R$ 74,5 por voto (mediana da disputa, R$ 19). Quem venceu, Delocir Buzato, gastou R$ 3,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,5; o mais barato, R$ 3,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcia M Chiarello. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcia M Chiarello PSBR$ 2,8 mil · 38 votosR$ 74,5
- Romildo Nalin PLR$ 1,2 mil · 29 votosR$ 42
- Celina De Freitas MDBR$ 3,5 mil · 140 votosR$ 25,3
- Leonardo Borin PLR$ 1,2 mil · 51 votosR$ 23,9
- Vanuza Rossato PLR$ 1,2 mil · 52 votosR$ 23,4
- Milene PPR$ 1,6 mil · 80 votosR$ 19,5
- Gilmar Moreschi PSBR$ 2,8 mil · 149 votosR$ 19
- Godinho MDBR$ 2,8 mil · 176 votosR$ 15,8
- Rodrigo Vassoler PSBR$ 2,8 mil · 255 votosR$ 11,1
- Milton PPR$ 1,2 mil · 189 votosR$ 6,36
- Fabiane Waskievicz PLR$ 1,2 mil · 216 votosR$ 5,63
- Delocir Buzato PTR$ 1,2 mil · 348 votosR$ 3,50
Votos por real
- 2020, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.