Apuração
Vereador · 2008 · PHS

Marcelo Gracia

Marcelo Gracia Canassa · nasceu em 1967

Marcelo Gracia disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Montes Claros de Goiás (GO)), pelo PHS: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPHS2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, ensino médio, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PHS 31000· centro-direita
    suplente117 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcelo Gracia declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 474.571 na declaração)

Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.

  • Marcelo GraciaR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Trator agr valtraR$ 380,2 mil
    Créditos e direitos
  2. Caminhão mercedes benzR$ 229,2 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Imóvel construído sobre lote 314 e 315R$ 215,7 mil
    Imóveis
  4. 75000 Cotas da b m terraplanagemR$ 202,2 mil
    Empresas e participações
  5. Consórcio de imóvel adquirido do bradesco consórcios LTDA…R$ 73,8 mil
    Créditos e direitos
  6. Terreno na av. bahiaR$ 53,9 mil
    Imóveis
  7. Grade, marca tatu 26X28R$ 43,7 mil
    Outros
  8. Terreno na av. sergipeR$ 40,4 mil
    Imóveis
  9. Terreno rua lindoiaR$ 40,4 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marcelo Gracia declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Montes Claros de Goiás (GO) · PHS · suplente

De onde veio

R$ 23,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,1 mil.
  1. PessoasR$ 18,5 mil80%
  2. Próprio bolsoR$ 4.32118,7%
  3. Outros candidatosR$ 2921,3%

Para onde foi

R$ 23,1 mil
O maior gasto foi com outros: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,1 mil.
  1. OutrosR$ 18,8 mil81,3%
  2. Material impressoR$ 4.19818,2%
  3. EscritórioR$ 1230,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Montes Claros de Goiás (GO), 2008

Marcelo Gracia: R$ 197 por voto (mediana da disputa, R$ 51,4). Quem venceu, Epitácio, gastou R$ 27,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 27,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Gracia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 5,1 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.