Apuração
Prefeito · 2016 · PSDB

Marcelo do Regional

Marcelo Wanderley de Oliveira · nasceu em 1970

Marcelo do Regional se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012MDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: MDB (2012), PSDB (2016).

PrefeitoVereadorPartidoMDBPSDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Iguaba Grande (RJ)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito1.276 votos, 11,6%
  2. 2012
    Vereador · Iguaba Grande (RJ)
    MDB 15634· centro-direita
    eleito367 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcelo do Regional declarou R$ 13 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 19,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 13 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 8.000 na declaração)

Declarou 3% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2016.

  • Marcelo do RegionalR$ 13 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 413 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 780,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo do Regional declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 30 mil, 21% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Iguaba Grande (RJ) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 29,9 mil
21% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,9 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 18,6 mil62,2%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Da Social Democracia Brasileira Diretorio RegionalR$ 6.36721,3%
  3. Próprio bolsoR$ 4.93916,5%

Para onde foi

R$ 29,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal34 pessoas, não nomeadasR$ 11,1 mil37,3%
  2. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 7.28624,4%
  3. ServiçosR$ 8913%

Quanto custou cada voto: prefeito, Iguaba Grande (RJ), 2016

Marcelo Do Regional: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,4). Quem venceu, Grasiella, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,4; o mais barato, R$ 20,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Do Regional. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.