Apuração
Prefeito · 2020 · AVANTE

Marcelo Di Martins

Marcelo Martins dos Santos · nasceu em 1974

Marcelo Di Martins se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PTB2014MOBILIZA2020AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PTB (2010), MOBILIZA (2014), AVANTE (2020).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPTBMOBILIZAAVANTE201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Jequitinhonha (MG)
    AVANTE 70· centro-direita
    não eleito38 votos, 0,3%
  2. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    MOBILIZA 3355· centro-direita· na urna, Marcello Di Martins
    candidatura não chegou à urna
  3. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PTB 14576· centro-direita· na urna, Marcelo Martins
    suplente330 votos; 752º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Marcelo Di Martins teve 330 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 752º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 43 cidades. Belo Horizonte deu 33,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,0%.

330 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 330 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)109 votos33%
  2. Jequitinhonha (MG)54 votos16,4%
  3. Nanuque (MG)47 votos14,2%
  4. Almenara (MG)15 votos4,5%
  5. Contagem (MG)14 votos4,2%
  6. Outras 28 cidades33 votos10%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marcelo Di Martins declarou R$ 21,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2020, o total caiu R$ 29,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 21,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 15.000 na declaração)

Declarou 5% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.

  • Marcelo Di MartinsR$ 21,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 21,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Marcelo Di Martins declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2020 · Prefeito · Jequitinhonha (MG) · AVANTE · não eleito

De onde veio

R$ 28,3 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 31,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 31,6 mil.
  1. Serviços21 pessoas, não nomeadasR$ 28,4 mil89,8%
  2. TransporteTudo de Auto Posto Jequitinhonha LtdaR$ 2.8919,1%
  3. Material impressoR$ 3401,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Jequitinhonha (MG), 2020

Marcelo Di Martins: R$ 832 por voto (mediana da disputa, R$ 30,3). Quem venceu, Nilo Souto, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 832; o mais barato, R$ 14,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Di Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 1,2 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.