Marcelo Di Martins
Marcelo Martins dos Santos · nasceu em 1974
Marcelo Di Martins se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2010), MOBILIZA (2014), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado federal · Minas GeraisMOBILIZA 3355· centro-direita· na urna, Marcello Di Martinscandidatura não chegou à urna
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPTB 14576· centro-direita· na urna, Marcelo Martinssuplente330 votos; 752º mais votado de 942 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcelo Di Martins teve 330 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 752º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 43 cidades. Belo Horizonte deu 33,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo Di Martins declarou R$ 21,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2020, o total caiu R$ 29,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Marcelo Di MartinsR$ 21,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Marcelo Di Martins declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.
2020 · Prefeito · Jequitinhonha (MG) · AVANTE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços21 pessoas, não nomeadasR$ 28,4 mil89,8%
- TransporteTudo de Auto Posto Jequitinhonha LtdaR$ 2.8919,1%
- Material impressoR$ 3401,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Jequitinhonha (MG), 2020
Marcelo Di Martins: R$ 832 por voto (mediana da disputa, R$ 30,3). Quem venceu, Nilo Souto, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 832; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Di Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Di Martins AVANTER$ 32 mil · 38 votosR$ 832
- Decanor PTR$ 59 mil · 480 votosR$ 122
- Roberto Botelho PSDBR$ 160 mil · 5.280 votosR$ 30,3
- Nilo Souto PDTR$ 82 mil · 5.575 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 1,2 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.