Marcelo de Sá
Marcelo Cruz Martins de Sa · nasceu em 1957
Marcelo de Sá se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2010), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcelo de Sá teve 674 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 151 candidatos.
Recebeu votos em 43 cidades. São Luís deu 43,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcelo de Sá declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 116,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Marcelo de SáR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo de Sá declarou ao TSE R$ 6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São João dos Patos (MA) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.76168,1%
- PessoasR$ 1.29531,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.76168,1%
- ServiçosR$ 1.29531,9%
Quanto custou cada voto: vereador, São João dos Patos (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 48 por voto. Quem venceu, Márcio Do Kizoeira, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 470; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Olinda PRPR$ 15 mil · 31 votosR$ 470
- Enfermeira Ana Paula Pavan PDTR$ 62 mil · 744 votosR$ 82,7
- Fernandinho PSCR$ 42 mil · 542 votosR$ 78,3
- Thuany Costa PSLR$ 39 mil · 618 votosR$ 62,3
- Rayanna Noleto PROSR$ 47 mil · 798 votosR$ 58,7
- Agmar Mundim PPR$ 35 mil · 734 votosR$ 48,3
- Bidú Santana PSDR$ 19 mil · 402 votosR$ 48
- Magão MDBR$ 30 mil · 728 votosR$ 41,4
- Carlos Alberto Do Bom Jesus PDTR$ 24 mil · 680 votosR$ 35,7
- Raimundo Filho REPUBLICANOSR$ 32 mil · 1.039 votosR$ 30,6
- Geovany Beltrao CIDADANIAR$ 16 mil · 531 votosR$ 29,9
- Márcio Do Kizoeira PDTR$ 26 mil · 1.125 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 342 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.