Agmar Mundim
Agmar Mundim de Souza Filho · nasceu em 1986
Agmar Mundim se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PP (2012–2016), PDT (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 38 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Agmar Mundim declarou R$ 152,3 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 20,2 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Agmar MundimR$ 152,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Dois cavalos Quarto de milhaR$ 86,2 milBens da atividade autônoma
- Capital em Reserva na Empressa A..M de Sousa FilhoR$ 39,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Um consorcio no Banco do BrasillR$ 15,9 milConsórcio não contemplado
- Um consorcio no Banco do Brasil agenciaR$ 11,1 milConsórcio não contemplado
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Agmar Mundim declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · São João dos Patos (MA) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.26261,9%
- Próprio bolsoR$ 3.81332,5%
- Outros candidatosR$ 6565,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.78955,1%
- Material impressoR$ 2.27144,9%
Quanto custou cada voto: vereador, São João dos Patos (MA), 2024
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Thuany Costa, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 24.061; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Samara PSOLR$ 24 mil · 1 votosR$ 24.061
- Renatha Alencar PC do BR$ 18 mil · 34 votosR$ 533
- Flávio Bgn MDBR$ 36 mil · 504 votosR$ 71
- Tio Jardel PC do BR$ 28 mil · 768 votosR$ 36
- Rayanna Noleto AVANTER$ 22 mil · 914 votosR$ 24,6
- Igor Holanda UNIÃOR$ 16 mil · 679 votosR$ 23,2
- Fernandinho AVANTER$ 22 mil · 1.020 votosR$ 21,3
- Magão AVANTER$ 17 mil · 826 votosR$ 20,5
- Marquinho Do Paredão AVANTER$ 15 mil · 916 votosR$ 16,8
- Raimundo Filho AVANTER$ 17 mil · 1.033 votosR$ 16,4
- Marianna Lyra UNIÃOR$ 17 mil · 1.037 votosR$ 16,1
- Thuany Costa AVANTER$ 26 mil · 2.046 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2024, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.