Marcelo de Carmita
Marcelo Paulo Siqueira · nasceu em 1977
Marcelo de Carmita se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PV (2012–2016), PSDB (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Porto Firme (MG)PSB 13· centro-esquerdaNa chapa de Expedito Velosochapa não eleita1.224 votos da chapa, 17,5%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcelo de Carmita declarou R$ 63,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 106,5 mil, já descontada a inflação.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- fiat ducato minibus 2004/2004 placa lqk0856R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- automovel cobalt mod 2013/2014R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- saldo conta poupançaR$ 4.776Caderneta de poupança
- vw gol ano mod 1996R$ 3.314Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- saldo conta correnteR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcelo de Carmita declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Porto Firme (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.28875,2%
- Próprio bolsoR$ 1.41524,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.21456,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.30222,8%
- ServiçosR$ 75113,2%
- TransporteR$ 4167,3%
- EscritórioR$ 200,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Firme (MG), 2020
Marcelo De Carmita: R$ 19,1 por voto (mediana da disputa, R$ 16,8). Quem venceu, Toninho Sessete, gastou R$ 4,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,2; o mais barato, R$ 4,22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo De Carmita. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marlene Daniel PVR$ 2,7 mil · 32 votosR$ 83,2
- Xandinho Professor PVR$ 2,8 mil · 58 votosR$ 48,7
- Fernandim Barbosa REDER$ 2,9 mil · 67 votosR$ 44
- Davi Martins PSDBR$ 1,7 mil · 39 votosR$ 43,5
- Chicopinha PVR$ 2,8 mil · 121 votosR$ 23,4
- Marcelo De Carmita PSDBR$ 5,7 mil · 299 votosR$ 19,1
- Zé Maia DEMR$ 1,8 mil · 105 votosR$ 16,8
- Lena Pais DEMR$ 1,7 mil · 186 votosR$ 9,13
- Marcelo Lilico DEMR$ 2,3 mil · 259 votosR$ 9,02
- Tinoco Batista DEMR$ 1,8 mil · 236 votosR$ 7,56
- Tarcísio De Castro PSDBR$ 1,9 mil · 372 votosR$ 5,02
- Toninho Sessete CIDADANIAR$ 1,7 mil · 402 votosR$ 4,22
Votos por real
- 2020, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.