Apuração
Prefeito · 2004 · PTB

Marcelo Cecé

Marcelo Cecé Vasconcelos de Oliveira · nasceu em 1936

Marcelo Cecé se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2004PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoPTB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 68 anos, ensino médio, empresario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Sete Lagoas (MG)
    PTB 14· centro-direita
    não eleito23.712 votos, 22,1%
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PTB 14118· centro-direita
    suplente19.875 votos; 144º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Marcelo Cecé teve 19.875 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 144º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 134 cidades. Sete Lagoas deu 69,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,5%.

19.875 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 19.875 votos.
  1. Sete Lagoas (MG)13.822 votos69,5%
  2. Paraopeba (MG)1.220 votos6,1%
  3. Santana de Pirapama (MG)841 votos4,2%
  4. Papagaios (MG)713 votos3,6%
  5. Belo Horizonte (MG)444 votos2,2%
  6. Outras 119 cidades1.084 votos5,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Cecé declarou ao TSE R$ 1,5 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,1 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Sete Lagoas (MG) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 1,1 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 84 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas84 pessoas, não nomeadasR$ 402,5 mil35,9%
  2. Próprio bolsoR$ 51,7 mil4,6%

Para onde foi

R$ 1,1 mi
O maior gasto foi com pessoal: 26% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 8.8940,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Sete Lagoas (MG), 2004

Marcelo Cecé: R$ 47,2 por voto (mediana da disputa, R$ 6,14). Quem venceu, Ronaldo Canabrava / Canabrava, gastou R$ 26,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,2; o mais barato, R$ 0,87.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Cecé. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 48 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.