Apuração
Vereador · 2004 · CIDADANIA

Marcelo Bózio

Marcelo Bózio Monteiro · nasceu em 1972

Marcelo Bózio se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2004CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo CIDADANIA.

Dep. estadualVereadorPartidoCIDADANIA20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 31 anos, superior incompleto, locutor e comentarista de radio e televisao e radialista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    CIDADANIA 23123· centro
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Espírito Santo
    CIDADANIA 23661· centro· na urna, Marcelo Bozio
    suplente2.879 votos; 120º mais votado de 334 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Marcelo Bózio teve 2.879 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 120º lugar entre 334 candidatos.

Recebeu votos em 32 cidades. Cachoeiro de Itapemirim deu 75,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,4%.

2.879 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.879 votos.
  1. Cachoeiro de Itapemirim (ES)2.170 votos75,4%
  2. Vargem Alta (ES)177 votos6,1%
  3. Atílio Vivácqua (ES)92 votos3,2%
  4. Muqui (ES)74 votos2,6%
  5. Castelo (ES)44 votos1,5%
  6. Outras 17 cidades105 votos3,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Bózio declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 41 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Cachoeiro de Itapemirim (ES) · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 10,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 10,1 mil
O maior gasto foi com escritório: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,1 mil.
  1. EscritórioR$ 4.56145,2%
  2. Material impressoR$ 3.82838%
  3. PessoalR$ 1.69416,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES), 2004

Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Marcos Coelho, gastou R$ 30,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 305; o mais barato, R$ 25,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 70 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.